Energia

Turbinas eólicas gigantes e o Techduto DW

Ventos brasileiros favorecem a instalação de turbinas eólicas no país. De acordo com a ABEEólica, o Brasil já conta com milhares de aerogeradores em operação.

Parque eólico com turbinas alinhadas em campo aberto
As turbinas eólicas gigantes possuem torres de aço e pás que chegam a mais de 73 metros de comprimento.

A energia eólica já representa cerca de 14% da matriz elétrica nacional (BEN 2025, ano-base 2024) e segue em expansão. Os dados são animadores — e há boas projeções, especialmente com turbinas eólicas que permitem mais resistência nominal graças às linhas de tubos corrugados Techduto DW.

Grandes projetos no país já estão entre os maiores do continente. No Rio Grande do Norte, foi anunciado o primeiro projeto com turbinas gigantes da América Latina, e quem ganha é a população: mais capacidade e segurança energética.

Sendo uma energia limpa, esse tipo de geração de energia elétrica é bem aceita. Neste artigo você confere mais sobre o futuro da energia eólica no Brasil e os novos rumos com turbinas gigantes!

A energia eólica no Brasil

A energia eólica se destaca pela sustentabilidade e é gerada a partir da força dos ventos. Seu funcionamento é bem simples: os aerogeradores que ficam localizados no topo das torres captam a energia cinética dos ventos e a transferem para um gerador elétrico, para que seja convertida em energia elétrica.

Hoje, a paisagem de muitas regiões do Brasil se transformou com a construção de parques eólicos de vários tamanhos. Esse movimento pela energia limpa através dos ventos surgiu na década de 70 com a crise mundial do petróleo, mas demorou anos a realmente acontecer.

Foi somente em 1995 que se teve o primeiro projeto no país, construído em Fortaleza. Contudo, ainda era um projeto piloto e muito experimental, contando somente com três aerogeradores pequenos de 35 metros de altura. Comparado às estruturas existentes hoje, esse parque pouco se destacaria.

A partir dos anos 2000 houve uma crescente nos investimentos e interesses pelas energias limpas em geral. Devido ao favorecimento natural do Brasil para a geração de energia elétrica através dos ventos, novos parques foram instalados. Atualmente, cerca de 50% da energia consumida na região Nordeste tem origem eólica.

Turbinas eólicas gigantes

As turbinas gigantes estão elevando a energia eólica para outro nível no Brasil. Com isso, é possível produzir mais energia em cada torre — ou seja, quanto mais altas forem, mais competitivo o seu valor e mais barato o custo do quilowatt para o consumidor final.

As turbinas eólicas gigantes no Brasil têm, em média, 170 metros de diâmetro e capacidade de geração entre 4 e 5,8 megawatts. As torres têm uma altura surpreendente: mais de 200 metros alcançados até a ponta da pá. Anteriormente, o que se alcançava era 130 metros, com 2 ou 3 megawatts.

Essa mudança para as turbinas gigantes veio a partir do aumento da demanda pela energia eólica e do aprimoramento da produção da sua estrutura. Embora as turbinas gigantes tenham menos aceitação em outros mercados devido às características locais, no Brasil parece ser realmente a aposta positiva para o novo cenário.

Techduto DW

Tubos corrugados em PEAD da Techduto em obra de parque eólico
Tubos corrugados em PEAD da Techduto em obra de um parque eólico.

E qual o papel da Techduto quando falamos em energia eólica? Fornecer tubos corrugados em PEAD altamente resistentes para atender diferentes projetos. A linha Techduto DW, por exemplo, possui parede dupla, o que a torna ideal para instalações subterrâneas. Afinal, oferece altíssima resistência mecânica, protegendo os condutores elétricos.

Além disso, os tubos Techduto DW atendem à NBR 15715 e suportam até 40% mais de resistência do que a norma prevê. Trata-se de um produto de alta performance, desenvolvido especialmente para atender projetos eólicos. Isso porque, até então, as soluções existentes muitas vezes não atendiam em plenitude às cargas necessárias para as bases das torres e as travessias dos acessos. Graças a essa inovação, as turbinas eólicas aumentam a sua capacidade de geração de energia com total segurança.

E como se já não bastassem todas essas vantagens, esses dutos de parede dupla possuem a parte interna lisa, o que facilita muito a passagem de cabos. Ainda, são produzidos com PEAD (Polietileno de Alta Densidade), material termoplástico atóxico e altamente resistente a temperaturas elevadas e à compressão. Ademais, não possuem polietileno tipo COEX (com misturas de polímeros com nylon e outros) em sua composição, por ser este um material que pode comprometer negativamente o resultado do produto acabado.

Para instalações subterrâneas, o Techduto DW é mais resistente no caso de cargas muito pesadas — uma característica das turbinas eólicas, por exemplo. Com o interior liso, é possível obter uma capacidade de vazão 30% superior à dos produtos corrugados da mesma bitola, caso seja também utilizado para condução de líquidos.

Nas bases e travessias também é muito utilizado o Techduto NBR (tubo corrugado em PEAD), instalado em valas no interior do concreto. E, para a drenagem das vias de acesso e do entorno das fundações — essencial em parques sujeitos a chuvas intensas —, entram os tubos de drenagem Techdreno.

O destaque da Techduto já é conhecido nos principais parques eólicos do país: contamos com milhares de metros instalados nos mais importantes projetos. Os dutos corrugados ficam dentro das valas, das estruturas das bases ou conduzindo a energia gerada até as subestações. Eles aumentam consideravelmente a proteção e garantem maior resistência, ampliando a durabilidade do projeto e diminuindo custos com manutenção.

Maior projeto da América Latina com turbinas eólicas gigantes

A Vestas é uma das fabricantes de turbinas eólicas. Em 2020, a empresa concluiu o projeto que inaugurou as turbinas gigantes na América Latina: são 65 turbinas com torres de aço e pás de 73,7 metros de comprimento.

O projeto é ousado e demonstra a capacidade positiva do material utilizado em toda a estrutura. As turbinas gigantes permitem muito mais potência na captação da energia. No caso do parque da Vestas, são mais de 1,4 GWh gerados anualmente, o que pode atender uma população de 2,4 milhões de pessoas.

A Siemens Gamesa também investiu na energia eólica em solo brasileiro, com equipamentos de capacidade bem acima do portfólio anterior. No cenário mundial, o Brasil é um dos países mais atrativos para a energia eólica e o desenvolvimento das turbinas gigantes. Além disso, tecnologias e matéria-prima como os Techduto DW, utilizados nos principais projetos, aumentam essa atratividade.

A Techduto já é reconhecida pela qualidade dos seus produtos, mas também por ser uma das principais fornecedoras de dutos corrugados para o setor eólico. As linhas colaboram para que os parques possam expandir a sua capacidade e, principalmente, aumentar a altura das turbinas.

Essa união de fatores favorece a perspectiva do país para o futuro. A GE Wind Onshore é outra empresa que vem implementando projetos com turbinas eólicas gigantes no país, adequando-se às características locais.

Energia eólica: sustentabilidade e segurança em primeiro lugar!

Conforme você conferiu neste artigo, é cada vez mais necessária a geração de uma energia limpa, que cause o menor impacto ambiental possível, como no caso da eólica. E felizmente, as condições geográficas e climáticas do Brasil favorecem a instalação de novos parques com turbinas eólicas gigantes, capazes de elevar a capacidade da matriz energética do país.

Para isso, no entanto, é preciso garantir a segurança das instalações desses parques. Graças à tecnologia empregada nos dutos da Techduto, é possível aliar qualidade e sustentabilidade em um só projeto. Assim, o Brasil cria uma base de energia limpa cada vez mais confiável.

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